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Gelados vegetais

Sabia que existem gelados feitos exclusivamente à base de ingredientes vegetais?
Para quem não pode ingerir laticínios, para quem é vegan, ou simplesmente para quem pretende experimentar uma opção diferente, existem os gelados vegetais. Hoje em dia já consegue comprar estas opções em lojas especializadas ou fazer em casa. Fique atento, pois em breve será partilhada uma receita, caso queira fazer em casa.
Nota: imagem retirada daqui.

Não sabe o que fazer a tanta fruta?

Nesta altura do ano existe abundância de fruta.
Por vezes torna-se difícil garantir que nenhuma se estrague.
É sempre preferível ingerir fruta fresca, mas quando tem muita e não sabe o que lhe fazer, pode sempre optar por congelar e utilizar mais tarde para batidos, para colocar em algumas sobremesas, compotas com pouco teor de açúcar, ...
Não desperdice alimentos!

A alimentação de um super herói


Assusta-me pensar que se os super heróis se alimentassem como a maioria das pessoas, teriam um aspecto semelhante à 2ª imagem, daqui a uns anos. Ou seja, estariam em pior forma, mais pesados, mais fracos, mais lentos e com menos energia. Conclusão: o mundo seria controlado pelos vilões!
Vamos seguir o exemplo positivo dos super heróis e mostrar às crianças que, se querem seguir o seu exemplo, também têm que se alimentar de forma saudável.

Bioquímica individual

Já lhe aconteceu identificar-se com sintomas de outrem e, ao fazer o mesmo tratamento, este não surtir o mesmo efeito que a outra pessoa? A justificação reside na diferente bioquímica individual. O que quer isto dizer? Que devido aos nossos genes, ao nosso ambiente e à nossa alimentação, as células do nosso corpo adaptam-se a uma forma de funcionamento e, por isso, irão reagir a medicamentos, agressões ou mesmo doenças de forma diferente que outra pessoa.
O termo “bioquímica individual” surge em 1956, e foi usado por Roger Williams para explicar a forma como a variabilidade genética de uma pessoa a torna mais ou menos susceptível a doenças e como as suas necessidades nutricionais e a resposta do seu organismo a um fármaco podem ser diferentes. Ou seja, mesmo em pessoas aparentemente saudáveis, o nosso organismo reage de maneiras distintas. O mesmo se passa com os diferentes ambientes a que cada pessoa se encontra sujeito. O organismo de uma pessoa com uma vida cheia de “stress” reage de maneira muito diferente do organismo duma pessoa que tem uma vida mais calma. O mesmo acontece com pessoas com diferentes hábitos alimentares (ex.: comer a horas/sem horário para comer, comer bem/mal).
É aqui que a nutrição funcional é importante. Personalizar a sua alimentação de forma a optimizar a sua saúde é o principal objectivo da nutrição funcional. De forma a melhorar a sua saúde e obter os melhores resultados a nível funcional, cada caso deve ser e é analisado individualmente.
Aquilo que funciona para uma pessoa pode não funcionar com outra. Por isso, optimize a sua saúde e viva com qualidade.
Nota: imagem retirada daqui.

Alimentação saudável

No dia Mundial da Alimentação, a Ordem dos Nutricionistas lança um vídeo com o intuito de promover um estilo de vida saudável.
O vídeo salienta cinco passos distintos:
- Alimentação variada, completa, equilibrada e sustentável;
- Hidratação;
- Reutilização alimentar e combate ao desperdício;
- Controlo de peso;
- Estilo de vida activo.

Experimentar alimentos pela primeira vez

Colocaram 7 crianças para experimentar alimentos pela primeira vez. Veja a reacção das mesmas em câmara lenta. 
Lembre-se que nascemos a gostar do doce, já dos outros paladares...
temos mesmo que provar várias vezes para aprender a gostar dos mesmos (de uma forma geral).
No início de mais um ano escolar, recomenda-se a todos os pais que vejam este Guia prático para educadores, relativo à Alimentação em idade escolar.
Desenvolvido pela Direcção Geral do Consumidor e a Associação Portuguesa dos Nutricionista este guia pretende dar orientações a todos os educadores relativamente à educação alimentar das crianças. 
Nota: imagem retirada daqui.

Comer fruta dá prazer

Incentivar o consumo de fruta

Muitas vezes tenta-se incentivar o consumo de fruta e as tentativas não passam de meros fracassos. Pois bem, às vezes com um pouco de imaginação consegue-se resultados extraordinários.
Pode inclusive pedir ajuda aos pré-adolescentes e adolescentes para a sua preparação. Será mais um incentivo para comerem aquilo que fizeram.
Uma sugestão para uma actividade de fim-de-semana em família e saudável.

Comer fruta é divertido

Esta  é a prova que comer fruta é divertido. 
Basta alguma imaginação e faz as delícias de pequenos e graúdos. 
E estão completamente enganados... não demora quase nada a preparar este snack :)

Quiche de queijo, fiambre e cogumelos

Ingredientes:
- 1 rolo de massa quebrada
- 6 fatias de fiambre de peru ou frango
- 6 fatias de queijo flamengo
- 1 embalagem de cogumelos frescos laminados
- 3 ovos
- 1 chávena de leite meio-gordo
-  pimenta preta q.b
- manjericão q.b

Preparação:
Forrar uma tarteira de fundo amovível com a massa. Picar a mesma com um garfo.
Cortar o fiambre e o queijo em cubos. Lavar os cogumelos e cortar aos bocadinhos.
Espalhar dentro da tarteira o fiambre, o queijo e os cogumelos.
Bater 3 ovos com o leite e temperar com a pimenta e o manjericão. Deitar por cima da tarte. Levar ao forno previamente aquecido a 180ºC, durante cerca de 30 minutos, ou até a mistura ficar firme e dourada.

Como incentivar a comer fruta e legumes

O seu filho é esquisito quando se trata de comer fruta e legumes?
Mostre-lhe como pode ser divertido!

Excesso de açúcar e o sono das crianças

Aparentemente, açúcar e sono são assuntos sem relação alguma. Contudo, no campo da nutrição, há uma palavra a dizer sobre esse assunto.
Quando se ingere uma grande quantidade de guloseimas ou qualquer alimento rico em açúcar, p. e. bolo, sumo, gomas, os níveis de açúcar no sangue ou glicemia disparam em flecha. Este efeito origina, numa criança, uma explosão de energia, ao qual se segue uma quebra dos níveis de açúcar no sangue ou hipoglicemia, o que pode originar cansaço, birras e até isolamento Como tal, normalmente não é recomendado a ingestão de doces pelas crianças pouco antes dormir, pois, mesmo quando ingerido algumas horas de se irem deitar, o excesso de doces pode levar a um sono mais agitado.
Contudo, esta relação pode ser vista de um outro prisma. A ingestão de guloseimas umas horas antes da hora de dormir, desde que seja um consumo pontual e moderado, pode até ajudar que a criança caia na cama exausta. No entanto, convém frisar “o pontual e moderado”, pois o excesso de açúcar antes de deitar, não só interfere com o sono como pode levar a um aumento de peso.

Uma relação aparentemente inexistente entre o açúcar e a qualidade do sono pode, se bem utilizada, ser uma ferramenta útil para os pais na hora de deitar os mais pequeninos.
Nota: imagem retirada daqui.

Em tempos de crise, o que comer?

Todos os dias somos bombardeados com notícias de diversas marcas de alimentos de cereais de pequeno-almoço, papas, entre outros, a alegar o seu baixo preço, especialmente indicados para tempos de crise. Nos últimos tempos, tenho vindo a deparar-me que, com a crise, diversos pais e cuidadores de idosos estão a escolher opções menos saudáveis. Apesar de estas opções também alimentarem, o seu conteúdo é recheado de uma infindável quantidade de aditivos, açúcar, gorduras hidrogenadas, entre outros ingredientes.
Para o leitor ter uma alimentação nutricionalmente equilibrada, tem de ter em atenção que deve variar os alimentos que come e respeitar as proporções da roda dos alimentos. Existem alimentos mais ajustados para as refeições intercalares, ou seja, os lanches e existem outros alimentos mais indicados para as refeições principais. Apesar de ser economicamente tentador substituir uma refeição principal por papas, cereais de pequeno-almoço, barras de cereais, entre outros produtos, estes não são de todo indicados para os almoços e jantares. Se pretende optar por uma opção económica, opte por uma sopa de legumes. Com esta refeição consegue obter vitaminas, sais minerais, fibras alimentares e poucos lípidos. Pode ser ligeiramente mais cara que uma refeição de cereais, mas o impacto, quer a curto, quer a longo prazo, tornará esta refeição bastante mais económica, uma vez que não se reflectirá em encargos adicionais de saúde. Na verdade, consegue fazer refeições saudáveis e bastante acessíveis, garantindo um bom aporte de nutrientes, de forma a reforçar o seu sistema imunitário. Basta pesquisar, ter ideias e experimentar.
Parece-me fundamental que os nutricionistas continuem a fomentar que uma alimentação saudável pode ser acessível, saborosa, prática e até rápida. Recomendo a consulta de várias receitas económicas para almoços e jantares que se enquadram nesse perfil, assim como para os lanches.
Nota: imagem retirada daqui.

Aumentar o consumo de água entre os jovens

Não poderia deixar de escrever sobre uma das medidas do Programa Nacional para a Alimentação Saudável, que tem como objectivo incentivar o consumo de água e combater a obesidade.
A Direcção Geral de Saúde, em conjunto com o Ministério da Educação, está a monitorizar a oferta de água nas escolas portuguesas. Procura-se avaliar a oferta de água nas escolas e de que forma é feita (ex.: fontes, bebedouros, jarros de água), através de inquéritos.
Este projecto tem como objectivo incentivar o consumo de água entre os jovens.
Dado mais de metade da população portuguesa possuir excesso de peso e obesidade, esta medida é de louvar. Sendo a água uma bebida isenta de calorias e bastante saudável, ao estar a ser ingerida faz com que outras bebidas, em particular as açucaradas não estejam.
Em vez de ficar a aguardar os resultados deste projecto, seja parte activa e garanta que os seus filhos levam sempre uma garrafa de água para a escola.
Nota: imagem retirada daqui.

Lanches divertidos

Fazer educação alimentar com crianças em escolas, colégios e infantários é uma tarefa árdua e de longa duração, mas que traz frutos para toda a vida.
A verdade é que deve-se incutir desde de cedo quer no seio familiar, quer na vida escolar hábitos de alimentação saudável.
A promoção da saúde e a prevenção de patologias iniciados desde a infância trazem inúmeros benefícios.
Afinal de contas, ter uma alimentação saudável pode para além muito divertido e gostoso.
Para retratar algum do muito trabalho a ser desenvolvido pela Nutri Super Health, ficam aqui demonstrações que foram aplicadas na prática.

Digamos que o lanche desapareceu a uma velocidade galopante!
Para mais informações sobre este tipo de actividades clique aqui.

Obesidade infantil: como combater?


A obesidade infantil é um problema que tem vindo a acentuar-se em Portugal, resultante dos maus hábitos alimentares de crianças e jovens adolescentes, associados à falta de actividade física.
Recentemente foi publicado um estudo no Journal of the Medical Association, onde um grupo de investigadores da Faculdade de Motricidade Humana chegaram à conclusão que é necessário um mínimo de 60 minutos de actividade física diária para crianças e adolescentes conseguirem reduzir o risco de obesidade e síndrome metabólico, quer na sua própria juventude, como na vida adulta. Este estudo teve como amostra 20871 crianças e adolescentes dos 4 aos 18 anos.
Este estudo vem juntar a um conjunto alargado de trabalhos de investigações que reflectem a importância de introduzir-se desde pequeno bons hábitos, para que os benefícios perdurem pela vida fora.
Nota: imagem retirada daqui.

Uma melhor aprendizagem depende do que come

O que comemos é claramente decisivo para uma boa saúde.
Uma das últimas descobertas nesta área, publicada na revista cientifica American Academy of Neurology vem citar que as pessoas que consomem regularmente uma alimentação rica em vitaminas B, C, D e E e ácidos gordos ómega-3 estão mais protegidas da perda de tecido cerebral. O factor alimentação contribui com 37% nesta matéria. Da mesma forma, verificaram que nestas circunstâncias os indivíduos apresentam em média melhores desempenhos cognitivos, do que as pessoas que optam por um regime alimentar pobre em nutrientes, tais como os grandes consumidores de fast-food. Ou seja, uma ingestão regular de peixe, em particular peixe gordo, fruta e legumes auxilia a manter um óptimo desempenho cognitivo ao  longo da vida, em relação a quem se alimenta à base de alimentos processados.
Nota: imagem retirada daqui

«Alimentação Saudável...Comer bem ao longo da vida»

Elevados níveis de mercúrio em peixes de grandes dimensões

A Agência Espanhola de Segurança Alimentar e Nutrição deu a conhecer as novas recomendações referentes ao consumo de peixes de grandes dimensões pelas grávidas e crianças até 3 anos de idade. Se até agora era aconselhado que estes públicos alvo não ingerissem mais do que 100 gramas de espadarte ou cação, 1 vez por semana, ou mais de 2 porções de atum, agora as novas recomendações apontam para que as grávidas não comam peixes como o espadarte ou atum e as crianças até 3 anos não ultrapassem as 50 gramas por semana.
Em causa encontram-se os elevados níveis de mercúrio, presentes nos peixes de maiores dimensões, resultante da absorção nas guelras de mercúrio e metilmercúrio e respectiva acumulação nos tecidos gordos.
O mercúrio encontra-se naturalmente presente no ambiente, mas tem vindo a encontrar-se em valores elevados resultante da poluição industrial. Apesar de quase todos os peixes conterem metilmercúrio, os de maior dimensão, com vida mais longa e que sejam predadores, tais como o tubarão ou o espadarte, acumulam maiores quantidades, podendo conferir um risco para a saúde dos seus consumidores habituais, em particular nas grávidas e crianças até 3 anos de idade.
Sabendo que é no período pré-natal, em especial no segundo trimestre de gravidez, a fase em que existe maior risco de exposição ao metilmercúrio, com maiores danos, entre eles o atraso no crescimento e danos neurológicos permanentes, aconselha-se a evicção. Esta razão foi tomada dado a maioria das mulheres espanholas e crianças pequenas já se encontram próximas do limite aceitável deste tóxico.
Ficamos a aguardar para saber se surtirão também novas medidas em Portugal sobre este assunto, ou se no caso das mulheres portuguesas e crianças pequenas estas recomendações não se aplicam.
Nota: imagem retirada daqui e fonte daqui.