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Lancheiras saudáveis

Cada vez mais torna-se um hábito entre os Portugueses o uso de lancheiras. São opções práticas, que podem ser económicas e permitem opções variadas e saudáveis.
Optar por levar o almoço ou o lanche de casa permite uma melhor gestão do tempo, uma maior flexibilidade de horários para fazer as refeições, mas também fomenta a criação de laços sociais e em casos de pessoas com necessidades alimentares especiais são um verdadeiro aliado.
Pode e deve adaptar a sua lancheira às condições que o seu local de trabalho dispõe para fazer as refeições. O ideal será ter onde aquecer e refrigerar os alimentos, não obstante, se não tiver, não desanime. Hoje em dia existem lancheiras com compartimentos para auxiliar no processo de refrigeração e termos para manter os alimentos quentes.
Independentemente da opção que possa tomar, torna-se importante uma adequada lavagem dos recipientes e utensílios, de forma a evitar o desenvolvimento de maus odores e microrganismos. Deve ainda separar os alimentos quentes dos alimentos frios, bem como de guardar molhos para salada separados, para adicionar apenas na altura de consumir.
Sugestões para lances e almoços existem muitas, nomeadamente:

Para almoço:
100g de massa farfalle com 1 lata de atum escorrido, com 20g de espinafres cozidos, polvilhado com queijo ralado e orégãos
Sobremesa: 1 dióspiro

Ou
½ chávena almoçadeira de batata doce cozida com ½ chávena de brócolos cozidos e 2 ovos cozidos
Sobremesa: 1 maçã assada com canela em pó

Para lanche:
1 iogurte sólido de aromas com 3 bolachas Maria

Ou
1 pão de cereais com manteiga de amendoim e 1 infusão de lúcia-lima
Nota: imagem retirada daqui.

Esclerose múltipla e a nutrição

A Esclerose Múltipla (EM) é uma patologia neurológica crónica, com maior incidência em mulheres e pessoas caucasianas, que leva a uma destruição das bainhas de mielina que cobrem as fibras nervosas.
A EM possui uma correlação com o gene HLA-DR15 ou DQ6, contudo a sua origem é desconhecida.
A alimentação moderna pode ter um papel indirecto importante:
- favorecendo a proliferação de uma possível bactéria causal;
- agredindo a mucosa intestinal, a qual aumenta a sua permeabilidade;
- produzindo um "curto circuito" nas células M, o que impede o estabelecimento da tolerância oral para o peptídeo bacteriano.
As recomendações alimentares devem ser adaptadas às necessidades individuais do indivíduo e de forma a fornecer os componentes nutricionais necessários, mas também adaptada à fase da evolução da doença. Há que salientar que um plano alimentar personalizado para esta patologia ajuda a terapêutica, mas não substitui o tratamento médico na EM.
De forma generalizada recomenda-se que as bebidas alcoólicas e o tabaco sejam evitados. A redução de alimentos processados (ex.: fast-food), ricos em gorduras saturadas (ex.: manteiga) deve existir, assim como deve haver um bom aporte de alimentos ricos em antioxidantes (ex.: amoras). A adopção de uma dieta mediterrânica também pode trazer benefícios.
Até ao momento, nenhum fármaco impede a evolução a longo prazo da EM. Dessa forma, recomendo as alterações alimentares de forma individualizada, com o intuito de optimizar o estado nutricional do indivíduo com EM. Estas alterações não originam nenhum perigo, nem carência e existem casos que beneficiam destas alterações, em particular nas fases iniciais.
Nota1: agradece-se a quem sugeriu que este tema fosse abordado.
Nota2: imagem retirada daqui.

Domicílios de nutrição - novo serviço

Actualmente verifica-se uma percentagem crescente de patologias de foro crónico-degenerativo, sendo que muitas necessitam de suporte nutricional.
Enquanto internadas nos hospitais os doentes beneficiam de apoio nutricional, já no domicílio o mesmo não se verifica. Após a alta hospitalar e atendendo que deixa de haver suporte nutricional, por vezes ocorre um aumento do risco de desnutrição. A desnutrição para além de aumentar o risco de aparecimento de novas complicações e hospitalizações, impede a melhoria do estado de saúde após a alta hospitalar. A desnutrição afecta gravemente a capacidade funcional do doente e aumenta o grau de dependência do apoio da família e dos profissionais de saúde. Com esta cascata verifica-se ainda o aumento dos custos com o tratamento do doente. Dessa forma, o suporte nutricional domiciliário apresenta-se como uma solução custo/benefício, capaz de prevenir/tratar a desnutrição no ambiente domiciliário. Desta forma pretende-se obter uma melhoria da situação clínica e o aumento da qualidade de vida do doente. Para mais informações, clique aqui.
Nota: imagem retirada daqui.

Em férias

Caros leitores,
No período de férias não haverão actualizações no Nutri Super Health.
Contudo poderá nos separadores do lado direito encontrar artigos sobre divrsos temas relacionados com a alimentação, assim como receitas.
Brevemente, com o recarregar de baterias, verá muitos outros conteudos. Esteja atento/a.
Nota: image retirada daqui.

Ortorexia


Actualmente existe uma maior consciencialização da importância de uma alimentação saudável para uma maior qualidade de vida. Contudo surgem casos em que as recomendações alimentares são seguidas com extremismo, como é o caso da ortorexia. Esta perturbação pode acontecer em certos indivíduos, por norma com perturbações psiquiátricas, com uma personalidade obsessiva-compulsiva, ou resultante das pressões que a sociedade actual vincam sobre determinada imagem corporal.
O termo Ortorexia deriva da palavra Grega “orthos”, que significa próprio, correcto e da 
palavra “orexia”, que significa apetite. É considerado um transtorno alimentar, caracterizado por uma obsessão com a prática de uma alimentação saudável.
As pessoas que sofrem de ortorexia rejeitam alimentos que não são naturais, saudáveis ou puros. Entre a grande variedade de alimentos que evitam encontram-se os alimentos transgénicos, as carnes, os enlatados, os alimentos ou bebidas com cafeína ou com outras substâncias químicas
Os ortoréxicos caracterizam-se ainda por dedicar várias horas a examinarem o que comem. Lêem imenso sobre nutrição, assim como lêem rótulos alimentares minuciosamente. Chegam mesmo a não comerem em restaurantes por desconfiarem da qualidade das refeições.
Esta preocupação desmesurada com o que comem leva a que dediquem cada vez mais tempo a planear as suas refeições e menos tempo ao lazer. 
Para além do apoio de um nutricionista para desmistificar ideias e orientar em termos alimentares, é fundamental um apoio de um psicólogo e/ou psiquiatra.
Podendo ou não a ortorexia ser classificada como uma doença do comportamento alimentar, reconhecida pela comunidade científica actual, é cada vez mais frequente encontrar pessoas com estas características na nossa sociedade. Ironicamente, a procura por uma opção mais saudável e pura, acaba por levar em alguns casos a distúrbios psicológicos ou mesmo físicos...
Assim, recomenda-se que haja uma alimentação equilibrada e variada, privilegiando os alimentos mais naturais, mas de forma descontraída e aprazível, sem entrar em extremos.
Nota: imagem retirada daqui.

Consumo de carne vermelha – em pequenas quantidades


Já há muito se fala que a carne vermelha (ex.: vaca; porco) deve ser consumida com moderação.
Foi realizado um estudo na Faculdade de Saúde Pública de Harvard que veio reforçar esta recomendação. Segundo os investigadores deste estudo, o consumo regular e abundante de carne vermelha pode diminuir a esperança de vida, resultante do risco de problemas cardiovasculares e aparecimento de alguns tipos de cancro.
Para não fazer um consumo regular deste tipo de alimentos, pode e deve diversificar a sua alimentação, consumindo carnes brancas (ex: frango), peixe, ovo, soja, tofu, ou até leguminosas (ex.: feijão, lentilhas). Quando optar pelo consumo de carnes vermelhas, há que privilegiar as partes mais magras e confeccionar de forma saudável (ex.: estufar em cru; assar sem gordura; grelhar).
Ao fazer uma alimentação variada e saudável, estará a contribuir para ganhar em saúde e anos de vida.
Fonte: www.sciencedaily.com e imagem retirada daqui.

Comer cenouras faz bem aos olhos?


Facto. A ingestão regular de cenouras, associado a uma alimentação equilibrada, garante um bom aporte de vitamina A, sobre a forma de betacaroteno.
O betacaroteno exerce numerosas funções no organismo. Sabe-se hoje que ele é um antioxidante natural, ajuda a evitar a cegueira nocturna, reforça o sistema imunitário, confere elasticidade à pele, aumenta o brilho dos cabelos, além de actuar no metabolismo de gorduras.
Consumir grande quantidade de betacaroteno não é perigoso para o organismo. O único efeito colateral conhecido pelo excesso do mesmo é o aparecimento de uma coloração amarelada na pele, que é inofensiva, denominada por hipercarotenodermia.
Cuide da sua saúde visual, alimentando-se bem.
Nota: imagem retirada daqui.

Páscoa com saúde

A Páscoa é um evento cristão, onde se encontram associados presentes cerimoniais, sobretudo de índole alimentar. Entre a vasta oferta de alimentos, encontram-se os ovos, os folares, as amêndoas e os chocolates. Há que saber ingeri-los com regra, de forma que se possa enquadrar num padrão saudável. Eis algumas dicas a adotar para a Páscoa ser mais saudável:
ü  Tome sempre o pequeno-almoço. Ajuda a que obtenha energia após um período extenso de repouso e que nas refeições seguintes controle melhor a quantidade de alimentos ingeridos;
ü  Beba cerca de 1,5 litros de água por dia. Sabendo que o mecanismo da sede e de fome são semelhantes, poderá estar apenas com sede e não fome;
ü  Inicie as refeições principais com uma sopa rica em legumes. Esta ação permitirá uma correta ingestão de vitaminas, sais minerais, fibras e água, ajudando a criar saciedade;
ü  Reduza ligeiramente a adição de açúcar/gorduras às receitas de doces/ bolos a confecionar. Bastam pequenas reduções neste tipo de alimentos para se notar grandes diferenças em termos energéticos, sem perder o sabor;
ü  Mastigue devagar e saboreie os alimentos, pois terá maior saciedade, com uma menor quantidade de alimentos;
ü  Procure não ficar mais de 3 horas a 3 horas e meia sem comer. Faça pequenos lanches, intercalares às refeições principais. Esta simples ação permitirá que tenha energia constante e que não chegue às refeições principais com demasiada fome;
ü  Mexa-se. Seja ativo. Aproveite a Páscoa para fazer caminhadas ao ar livre.
Disfrute do dia de Páscoa com pequenos excessos, próprios dos dias festivos. Nos dias anteriores e subsequentes, sugerimos que regresse à rotina habitual, de forma a evitar ingerir grandes quantidades de energia, que não necessita.
Desejamos-lhe uma Páscoa cheia de saúde.
Nota: imagem retirada daqui.

Reduzir, reciclar e reutilizar alimentos

Cada vez mais verifica-se a necessidade de preservar o meio ambiente. O consumo consciente é um movimento que vem defender isso mesmo. Consiste em Reduzir, Reciclar e Reutilizar, bens de consumo, alimentos e recursos naturais, de forma a não exceder as necessidades.
Na área da alimentação a intervenção é vasta.

Reduzir a quantidade de comida que confeccionamos
A sobrealimentação nunca foi associada a uma maior qualidade de vida, nem longevidade, pelo contrário. Como tal, sugere-se que se ingira apenas a quantidade de alimentos necessários. Um óptimo auxílio passa por cozinhar as porções adequadas para o número de pessoas estipuladas, de forma a não haver excedentes.

Reciclar alimentos
Também se pode reciclar alimentos. Para além de se poder fazer adubo com as cascas, peles dos alimentos e respectivos restos, podemos também utilizar a medida do reciclar noutro sentido. Porque não aproveitar as sobras das bolachas para colocar no batido ou no iogurte? As claras em castelo que sobram de receitas em vez de serem desperdiçadas podem ser utilizadas para fazer novos bolos só com claras ou fazer uma espécie de uma "omeleta" ou até misturar na sopa. Assim como pode aproveitar as migalhas ou pedacinhos de pão mais antigo para, depois de tostado fazer pão ralado.

Reutilizar alimentos que habitualmente deitamos fora
Já reparou no que desperdiça? Pode aproveitar muito mais do que provavelmente faz. Os talos dos hortícolas podem ser utilizados para as sopas. Já as cascas de ovos, após limpas, secas e trituradas em pó podem ser introduzidas em molhos, sopas, purés, etc. A casca da fruta por sua vez pode ser aproveitada para fazer geleia.

Sempre que aproveitar/reutilizar/reciclar alimentos é importante garantir a sua devida higienização.
Nota: imagem retirada daqui.

Workshop Água- fonte de vida


As Termas S. Jorge assinalam o dia mundial da Água, com a organização de um
workshop intitulado “Água, fonte de vida!”, que terá lugar, no próximo dia 24 de
Março, pelas 10h00.
Este workshop temático, contará com três grandes momentos, onde será possível, aprender um pouco
mais sobre a importância da água, nas nossas vidas.
A primeira sessão será  centrada na temática dos  “benefícios de uma correta hidratação”, cuja
apresentação será realizada pela Dr.ª Joana Pinheiro, do centro de nutrição das Termas de S. Jorge. Em
seguida, a Dr.ª Isabel Cachapuz, médica hidrologista do balneário, apresentará  “Águas termais e
Saúde”. O programa terminará com uma sessão prática  - uma  aula localizada, com a Prof.ª Virgínia
Silva, professora de educação física, das Termas de S. Jorge.
Este ano a campanha promovida pela ONU, para comemorar esta data, tem como tema  Água e
Segurança Alimentar: O mundo tem sede porque temos fome! O objetivo é abordar as relações entre
a água e a produção de alimentos e olhar para formas de alimentar populações em crescimento dentro
dos limites de nossos recursos de água doce.
O Dia Mundial da Água tem como objetivo  celebrar a ocasião e alertar as populações, para a
necessidade fundamental da preservação do recurso natural.
As Termas S. Jorge, enquanto guardiãs, desta fonte de vida - a água mineral natural- pretendem, com
esta iniciativa, sensibilizar para as questões de  valorização  e  preservação dos recursos  hídricos. Por
outro lado, em nome do seu centro de nutrição, demonstrar a importância de uma boa hidratação do
nosso organismo, no contributo de uma vida saudável.
A água mineral natural é, de facto, uma água muito especial pois é revestida de propriedades
terapêuticas, resultantes da conjugação de propriedades microbiológicas e químicas, que permitem que
esta seja utilizada para fins curativos, preventivos e promoção da saúde. No caso de S.  Jorge,
vocacionam-se para o tratamento de doenças reumáticas e músculo-esqueléticas, das vias respiratórias
e de pele.
Fica o convite das Termas S. Jorge, para a participação, neste workshop (gratuito), como forma de
assinalar o Dia mundial da Água!

Alimentos afrodisíacos

O termo “afrodisíaco” resulta da adoração da deusa grega Afrodite, deusa do amor e beleza.
Como tal, são considerados como alimentos afrodisíacos (ex.: ostras, morangos) os alimentos que de alguma forma consigam despertar o desejo em quem os ingere.
A comunidade científica tem vindo a estudar as propriedades destes alimentos, para poder comprovar se existem alimentos capazes de despertar a paixão, amor e várias fantasias.
Segundo o que actualmente se tem conhecimento, existem  alimentos que possuem algumas propriedades interessantes:
- As ostras desde o século II são um símbolo evocativo de paixão pelos romanos. Actualmente são conhecidas pela sua riqueza em zinco, nutriente que está associado à fertilidade e ao vigor masculino;
- O manjericão, utilizado desde a antiguidade em Itália para presentear as namoradas, é uma erva aromática que estimula a circulação sanguínea;
- O piripiri e as malaguetas são especiarias que além de provocarem uma sensação de calor, aumentam os batimentos cardíacos;
- O gengibre, de sabor e aromas fortes e pungentes, já há muito utilizado na China é conhecido por estimular o sistema circulatório;
- O chocolate e o cacau, pela sua composição promovem a secreção de feniletilamina e serotonina, neurotransmissores ligados ao prazer e bem-estar.
Como tal, não é de estranhar que sejam considerados como afrodisíacos. Outros alimentos são designados pela sua forma, uma vez que leva a outras conotações.
A verdade é que existem vários estudos, mas não se chegou a nenhuma evidência científica que qualquer uma das iguarias sugeridas tenha efeitos sobre o apetite e performance sexual.
Independentemente de utilizar ou não alimentos afrodisíacos, para surpreender a sua cara-metade numa refeição romântica, o acto de cozinhar para outros, só por si já é um símbolo de carinho e amor.
Nota: imagem retirada daqui.

Campanha "Papel por alimentos"

De louvar uma iniciativa que surge resultado da parceria entre o Banco Alimentar e a empresa Quima, intitulada "Papel por alimentos". Se pretender fazer um contributo solidário, pode contribuir simplesmente entregando às respectivas entidades jornais, revistas, folhetos, cadernos e fotocópias para reciclar. Pode consultar os locais onde cada Banco alimentar se encontra em http://www.bancoalimentar.pt/
Por cada tonelada recolhida, a empresa Quima doa o equivalente a 100€ em alimentos à Federação Portuguesa dos Bancos Alimentares, que por sua vez os distribui a instituições de Solidariedade Social seleccionadas.
Nota: imagem retirada daqui.

A ingestão de bebidas alcoólicas não aquece

Com esta vaga de frio que nos assola, a ingestão de bebidas alcoólicas é uma escolha para alguns.
O álcool não aquece, pelo contrário. O álcool faz com que o sangue se desloque do interior do organismo para a superfície da pele, provocando uma sensação de calor. Todavia, este movimento de sangue provoca uma perda de calor interno, dado o sangue se encontrar a uma temperatura de 37ºC, temperatura que é quase sempre superior à temperatura ambiente. Esta reacção acentuada pela inibição da produção de ADH (Hormona Anti-Diurética), levando a uma maior taxa de excreção de água pelo rim e aumentando a desidratação celular por ela provocada.
Esta reacção é facilmente comprovada, quando acontece uma ressaca, que por sua vez leva a uma elevada necessidade de beber água, resultante da desidratação causada pelo álcool.
Para se manter quente, é preciso preparar-se para o frio. Torna-se fundamental manter-se em locais climatizados, vestir roupa quente e ingerir bebidas quentes (ex.: chá, cevada) e alimentos quentes (ex.: sopa).
Por isso, como pode ver, pode aquecer-se com facilidade, com opções saudáveis e económicas.
Nota: imagem retirada daqui.

Preparar o corpo para os dias frios

Quando a temperatura ambiente baixa torna-se mais propício o aparecimento de constipações, gripes, tosse, amigdalites, etc.
Para prevenir o aparecimento destas complicações de saúde, aconselha-se a manter em forma o sistema imunitário. Escolher bem o que come e bebe, evitar ambientes poluídos e dormir o suficiente são medidas fundamentais.
A escolha de alimentos ricos em vitamina C, presente na fruta em geral, mas especificamente nos citrinos é uma boa opção no combate às infecções. Outro nutriente essencial para reforçar as nossas defesas são os betacarotenos, presentes particularmente em hortofrutícolas alaranjados (ex.: pimento amarelo, cenoura, pêssego). Não menos importante, o zinco, presente em alimentos como o pescado e leguminosas, mas também os ácidos gordos ómega-3, presentes em peixes gordos tem um papel importante nas respostas de defesa.
Para a obtenção destes nutrientes, entre outros, aconselha-se seguir uma alimentação mediterrânica, rica em hortofrutícolas, peixe e cereais integrais.
Outra forma adicional para manter as vias respiratórias fortalecidas, passa por ter as mucosas bem hidratadas. A ingestão abundante e regular de água permite combater e expulsar agentes agressores com maior facilidade, bem como diminuir a expectoração. Como nesta altura do ano existe uma reduzida apetência para o consumo de água, experimente bebê-la na forma de infusões, tisanas, chás e cevadas.
Pequenas acções podem fazer grandes diferenças.
Nota: imagem de Imagine.

Comer pão engorda?

Que o Dia Mundial da Alimentação, dia 16 de Outubro, sirva para re-lembrar a importância de comer de forma saudável diariamente.
Como tal, fica aqui um esclarecimento sobre uma questão muitas vezes colocada em consulta.

Comer pão engorda?
Mito... O pão engorda apenas se for comido em demasia, tal como qualquer outro alimento. O pão é um alimento interessante do ponto de vista nutricional, uma vez que fornece minerais (ex.: magnésio e cálcio), vitaminas (ex.: vitaminas do complexo B), fibras e, principalmente, hidratos de carbono, que são a nossa principal fonte de energia.
O pão é sem dúvida um alimento saudável e por si só, não engorda.
Nota: imagem retirada daqui.

Ficar sem comer emagrece?


   Mito... O organismo humano tem uma incrível capacidade de adaptação. Ao privar-se de comer o metabolismo fica mais lento, na tentativa de garantir a sobrevivência, dificultando a redução de peso.  Se os episódios se tornarem permanentes, pode originar uma desnutrição severa.
Além disso, após ficar sem comer durante um período alargado, é comum ocorrer à posteriori uma compulsão alimentar.
Nota: imagem retirada daqui.

Aliviar o "jet lag"

O "Jet lag" (descompensação horária) resulta de uma fadiga de viagens através de fusos horários diferentes. Resulta de uma condição fisiológica, consequente das alterações do ritmo circadiano, que origina distúrbios do sono. Como forma de minimizar o impacto do "jet lag" deixamos aqui algumas dicas relacionadas com os hábitos alimentares que ajudam a contornar o problema.

Opte por:
- durante o voo beber muitos líquidos hidratantes (ex.: água, infusões). Evite bebidas com cafeína (ex.: café) e bebidas alcoólicas pois aceleram a desidratação;
- na descolagem e na aterragem mastigar uma pastilha elástica, para evitar o incómodo da sensação da pressão nos ouvidos;
- ajustar o organismo ao horário das refeições do local de destino quando percorrer longas distâncias de avião;
- quatro dias antes de partir alternar um dia de alimentação reforçada com um dia de refeições leves, de forma a facilitar a transição da mudança de horário, uma vez que activa o relógio biológico;
- no dia de saída tomar o pequeno-almoço à hora que correspondente ao local de destino;
- se viajar para oeste:
  • opte por beber bastantes líquidos hidratantes que o ajudam a combater a necessidade natural de dormir;
  • ingira alimentos ricos em proteínas (ex.: iogurte, carne, peixe), pois irão ajudá-lo a permanecer mais tempo acordado;
- se viajar para oeste:
  • opte por ingerir alimentos ricos em hidratos de carbono (ex.: bolachas, pão, arroz), uma vez que estimulam a necessidade natural de dormir;
  • pode ingerir chá de frutos, tal como cidreira, tília, camomila pois auxiliam a relaxar e a adormecer;
  • evite a ingestão de bebidas alcoólicas como forma de atingir a moleza, uma vez que para além de desidratar o corpo retarda o processo de adaptação do organismo ao novo fuso horário.
Nota: imagem retirada daqui.

Poema sobre Alimentação Saudável

Aquando uma visita ao Museu do Pão, situado em Seia, deparei-me ao almoço com um poema sobre alimentação saudável, escrito pelo Senhor Professor Doutor Polybio Serra e Silva, que tenho o todo o prazer de transcrever e dar a conhecer. Este poema retrata de uma forma lúdica, as principais recomendações em termos de alimentação saudável.

"Aprecie os bons sabores
Da comida natural
Sempre de acordo com as cores
Da bandeira nacional.

Cinco ou seis vezes por dia,
Muito sossegadamente,
Pare a sua correria
E mastigue calmamente.

Em vez de forma apressada
Será melhor, concerteza,
Se entre cada garfada
Apoiar as mãos na mesa.

Depois de bem mastigada,
Por certo que a comida
Está bem ensalivada
E pode ser engolida.

Comece a refeição,
Com o que terá deleite
Com um pouquinho de pão
Embebido em azeite.

Enquanto vai esperando
E o pão no azeite ensopa,
O tempo vai-se passando
E entretanto chega a sopa.

Sopa qualquer uma serve,
Não há razão para ciúmes,
Desde o velho caldo verde
'té ao caldo de legumes.

E depois, como conduto,
Pelo amor de Deus não deixe,
Se for um tipo arguto,
De dar preferência ao peixe,

Que pode ser qualquer um
Mesmo gordo, sem excepção,
Sardinha, cavala, atum,
Sarda, pescada ou salmão.

Sendo frito está errado
Pois ele deve ser comido
De preferência grelhado,
Estufado ou cozido.

E como um tal alimento
Acaba, por sua vez,
Por comer um suplemento
Rico em ómega três.

Também não lhe fica mal,
Nesta sua refeição,
Tendo em atenção o sal,
Comer um pouco de pão.

Pense, que não pensa mal,
Que as boas iguarias
Se fazem bem sem o sal
Mas com as especiarias

Se para o seu paladar
O ensosso sabe mal
Não há como experimentar
Temperar com "flor de sal".

E antes de acabar
Verá que prazer desfruta
Se quiser saborear
Uma boa peça de fruta.

Mas deverá escolher antes
Uma de cor bem garrida
Rica em antioxidantes,
Enriquecendo a comida.

Se pretender ser distinto
E não ficar muito cheio
Beba um pouco de tinto:
- Um decilitro e maio.

E irá ver como fica
Bem dispostinho, meu caro,
Se terminar com uma bica
Mas sem açúcar... claro!

Se a duas destas juntar
Quatro pequenas porções
O dia vai terminar
Com as tais seis refeições."

Nota: Agradece-se ao Museu do Pão a possibilidade de divulgar este belíssimo poema e um bem haja ao Senhor Professor Doutor Polybio Serra e Silva.

Produtos light - benéficos ou enganosos?

Muitas pessoas recorrem aos produtos light para ingerir alimentos ou bebidas com um menor menor teor de "açúcares" ou "gordura" e consequentemente com um menor valor energético. Estes produtos estão vocacionados para pessoas que querem perder/ manter peso, mas também aos diabéticos, às pessoas com doença cardiovascular, etc.
Os géneros alimentares que são light através da remoção de "açúcar" do alimento e sua substituição por adoçantes (ex.: aspartame, acessulfame K) e nos que existe redução do teor de gordura, encontram-se neste grupo.
Diversos estudos científicos têm revelado que, curiosamente os grandes consumidores destes produtos são pessoas com excesso de peso, ou mesmo obesidade. Ora, se o objectivo é ingerir menos calorias, estes produtos não deveriam ser consumidos maioritariamente por pessoas que já atingiram um peso normal e são saudáveis? Isso seria indicador que os produtos light exerceriam o efeito pretendido.
O consumo de géneros alimentares light levanta algumas problemáticas:
- A pessoa ao ingerir um produto com menor valor calórico, que o respectivo na "versão original", sabe que pode comer um pouco mais e ainda assim obter o mesmo valor energético da "versão original", existindo a tendência para comer mais;
- O produto pode ser menos calórico que a "versão original" mas mesmo assim possuir bastantes calorias (ex.: leite condensado magro, refrigerante light);
- Dado o género alimentar sofrer modificações na sua fórmula para ser convertido num produto light e por conseguinte havendo redução de gordura e/ou açúcares, confere menor saciedade e palatibilidade, existindo uma tendência de ingerir maior quantidade;
Existem estudos científicos que mostram que apesar destes produtos terem menos calorias, não são isentos de consequências. Existe uma predisposição para o aumento do peso, perímetro abdominal, mas também de haver desequilíbrio na produção de insulina, podendo conduzir à diabetes ou agravando uma diabetes já existente.
Assim, o ideal é evitar quer o consumo de açúcar, quer de adoçantes, quer de produtos light.
Todavia, se tiver que ingerir algum destes, que seja uma pequena porção de açúcar e de forma moderada.
Fonte: University of Texas
Nota: imagem: retirada daqui.

Rumo ao sono

As vantagens de uma boa noite de sono são inúmeras. São conhecidos estudos científicos que mostram que quem  tem uma boa qualidade de sono, no número de horas adequado, tem uma menor probabilidade de sofrer de obesidade. Mas o dormir bem também previne doenças graves como as depressões e até o próprio envelhecimento. Mais uma vez a alimentação tem um papel importante nesta temática.
Para quem tem dificuldades em dormir, ao ingerir substâncias com cafeína, nomeadamente o café e chás com cafeína, depois das 13 horas, pode prejudicar o relaxamento natural do corpo e dificultar o processo de adormecimento. Contudo, cada organismo reage de forma diferente e daí poder ser necessário personalizar as estratégias. Se tem dificuldades em adormecer, experimente fazer uma exclusão dos alimentos e bebidas com cafeína após as 13 horas e esteja atento à resposta do seu organismo.
Nota: imagem retirada daqui.