Papa de aveia com pêra

Ingredientes:
1 pêra doce
1 colher de sopa de farinha de aveia integral
200 ml de leite materno ou leite artificial

Modo de preparação:
Descasque a pêra, retire o caroço e corte-a em fatias finas. Leve a cozer (sem água) durante 5 minutos, mexendo de vez em quando para evitar que se agarre ao fundo do tacho. Deixe arrefecer e triture com a varinha mágica.
Dissolva a farinha num pouco de leite frio. Aqueça o restante leite e adicione lentamente a farinha de aveia dissolvida, sem deixar de mexer. Deixe cozer durante  cerca de 15 a 20 minutos. Fora do lume adicione o creme de pêra e misture bem.
Nota: imagem retirada daqui.

Saúde, saúde, saúde...


A saúde é algo que todos devemos cuidar.
Em que saúde investe mais tempo?

Sabe em concreto o que é pão escuro?

Verifico com frequência que quando se fala em “pão escuro”, a linha de raciocínio das pessoas segue uma definição diferente daquela que nós, nutricionistas, queremos definir.
Quando um nutricionista menciona “pão escuro” não se está a referir ao pão que foi bastante cozinhado e daí adquiriu uma tonalidade mais escura. Em linguagem de nutrição, “pão escuro” significa um pão rico em cereais integrais, ou seja um cereal completo (com farelo, endosperma e gérmen). Atendendo que um pão rico em farinhas integrais não sofre uma refinação tão acentuada, acaba por adquirir uma tonalidade mais castanha. Contudo, nem todo o pão com tonalidade acastanhada é um pão interessante do ponto de vista nutricional. A cor nem sempre é indicativo que é de cereais integrais. Esta tonalidade pode ser adquirida devido à presença de outros ingredientes (ex.: corantes alimentares). Se quiser ter a certeza do que está a comer, questione na sua padaria sobre a composição do pão ou leia a lista de ingredientes presente no rótulo da embalagem. Opte sempre que possível por um pão que seja rico em cereais integrais.
Nota: imagem retirada daqui.

Resultado de um seguimento de consultas Nutri Super Health

Já tinha colocado um post relativo às grandes mudanças que ocorrem quando uma pessoa decide fazer uma redução ponderal (uma das muitas áreas em que a Nutrição pode intervir).
Hoje partilho convosco o resultado extraordinário, obtido com uma outra paciente - Luísa Azevedo.
Com motivação, empenho, apoio da família e acompanhamento nutricional, a Luísa conseguiu perder 20 kg, sem recurso a dietas malucas, sem suplementos "miraculosos" que prometem uma redução de peso acentuada e sem tratamentos agressivos. Com trabalho, acompanhamento nutricional e incentivo à prática regular de exercício físico ganhou saúde, juventude e ainda mais beleza.
Neste momento a Luísa já está há alguns meses em manutenção de peso, a parte mais difícil e importante deste processo. Afinal não basta perder peso. Há que perder peso equilibradamente e com saúde, mas depois manter o mesmo.
Muitos parabéns Luísa! Obrigado pela partilha das fotos e espero que continue o bom trabalho :)

Terapêutica ortomolecular

A palavra Ortomolecular (ortho em grego significa “correcto”) foi usada pela primeira vez por Dr. Linus Pauling com o intuito de referir "as moléculas certas, em quantidades correctas", num artigo intitulado por Orthomolecular Psychiatry, publicado na revista Journal Science, em 1968. A Terapêutica, ou Nutrição, ou Medicina Ortomolecular tem como crença que o organismo tem um ambiente nutricional óptimo e que as doenças reflectem deficiências nutricionais do organismo. Como tal, é um método terapêutico, sobretudo preventivo, que recorre a suplementação nutricional com o intuito de atingir um óptimo estado nutricional do organismo. O tratamento de patologias, através deste ponto de vista baseia-se na correcção dos desequilíbrios ou deficiências nutricionais existentes, baseados na bioquímica de cada indivíduo, através da utilização de substâncias naturalmente presentes no nosso organismo, tais como vitaminas, minerais, oligoelementos, probióticos, ácidos gordos essenciais e aminoácidos. A sua eficácia tem vindo a ser corroborada, com grande relevo a partir 2005, através de trabalhos de investigação internacionais, que avaliam o impacto da toma de suplementos nutricionais em doses ponderadas para o estado de saúde de cada indivíduo, tendo em consideração patologias subjacentes.
Esta terapêutica deve ser parte integrante e complementar de diversas especialidades médicas, entre elas a Pediatria, a Imunologia, a Cardiologia, etc. Atendendo que somos todos diferentes, a alimentação que uma pessoa faz pode ser completamente desaconselhada para outra, e o mesmo se aplica aos suplementos que toma. Para isso, além de uma consulta de nutrição especializada, diversos exames de diagnóstico podem ser necessários para definir a estratégia a adoptar. Se ainda não conhece esta abordagem, experimente. Cuide de si.
Nota: imagem retirada daqui.

Incentivar o consumo de fruta

Muitas vezes tenta-se incentivar o consumo de fruta e as tentativas não passam de meros fracassos. Pois bem, às vezes com um pouco de imaginação consegue-se resultados extraordinários.
Pode inclusive pedir ajuda aos pré-adolescentes e adolescentes para a sua preparação. Será mais um incentivo para comerem aquilo que fizeram.
Uma sugestão para uma actividade de fim-de-semana em família e saudável.

Papa de arroz com maçã


Ingredientes:
1 maçã  doce
1 colh. sopa de farinha de arroz integral
200 ml leite materno ou artificial

Modo de preparação:
Descasque a maçã, retire o caroço e corte-a em fatias finas. Leve a cozer (sem água) durante 10 minutos num tacho com tampa, mexendo de vez em quando para evitar que  se agarre ao fundo do tacho. Deixe arrefecer e triture com a varinha mágica.

Dissolva a farinha num pouco de leite frio. Aqueça o restante leite e adicione lentamente a farinha de arroz dissolvida, sem deixar mexer. Deixe cozer durante 15  a 20 minutos. Fora do lume, junte o creme de maçã e misture bem.
Nota: imagem retirada daqui.

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Bagas godji

Uma antiga lenda atribui a longevidade do mestre de ervas chinês Li Quing Yuen (que viveu até os 252) a uma alimentação diária que incluia bagas de goji.
Acredita-se que as bagas de goji foram descobertas por um médico durante um estudo sobre um grupo de pessoas que viviam nas montanhas profundas dos Himalaias. Esta comunidade era conhecida pela sua boa saúde. De facto, muitos dos habitantes tinham mais de cem anos e viviam bem, com escassos problemas de saúde. Muitos deles nem sequer tinham cabelos brancos. O médico questionou-se: “o que fariam estas pessoas para protegerem a sua saúde de forma tão efectiva?”. Mediante estudos mais aprofundados, este médico descobriu que as bagas de goji cresciam naturalmente perto dos poços onde as pessoas bebiam. As bagas de goji caíam na água e “contaminavam-na” com os seus nutrientes saudáveis. Aqueles que viviam na aldeia também consumiam regularmente estas bagas. Dessa forma, conclui-se que o consumo regular das bagas de goji conduziu à saúde e vitalidade experimentada pelos habitantes daquela aldeia. Chamam-lhes “diamantes vermelhos”.
As bagas godji são oriundas da China e do Tibete. Possuem 18 tipo de aminoácidos, incluindo os 8 aminoácidos essenciais (leucina, isoleucina, valina, metionina, treonina, fenilalanina, lisina, triptofano). Baseado no teste ORAC (Oxigen radical Absorbance capacity), as bagas goji são uma grande fonte de antioxidantes, tais como o betacaroteno (10x mais ricos em antioxidantes que os mirtilos). São uma excelente fonte de vitamina A, C (possuem 50x mais vitamina C que as laranjas) e fibra, boa fonte de cálcio, selénio e zinco. Pela presença destes nutrientes possuem função anti-stress.
Contudo, apesar da sua interessante composição nutricional, não devem ser substitutos de uma alimentação saudável. Podem ser complementares a um estilo de vida saudável, na maioria das pessoas, todavia, devem ser evitados em algumas complicações de saúde. A quantidade ingerida dos mesmos alimentos deve ser adaptada às necessidades individuais (em média cerca de 10g/dia).

Uso culinário:
Para misturar nos cereais, iogurte, saladas, sobremesas ou ingerido simples.
Estas bagas também se encontram sobre a forma de extractos de sumo, aditivos alimentares e suplementos dietéticos.

Conservação:
Dados estarem disponíveis no mercado sobre a forma de bagos secos, devem ser guardadas em local seco e fresco.

Informação nutricional/100g:
Valor energético: 253 Kcal
Proteínas: 11,7 g
Hidratos de carbono: 43,2 g
Lípidos 3,7 g
Fibra: 22,9 g
Vitamina A: 1,1 mg
Vitamina C: 184 mg
Cálcio: 28 mg
Ferro: 3,2 mg
*O valor nutricional das bagas godji varia de empresa, uma vez que existem diferentes espécies, bem como onde foram cultivadas, o tipo de solo também influencia a sua composição.
Nota: imagem retirada daqui e fonte da informação nutricional: Fold..

Sobremesas doces mais saudáveis

Habitualmente todas as variedades de sobremesas doces levam na sua composição ingredientes que não necessitamos no nosso dia-a-dia e pelo qual apenas devem ser ingeridos em dias de festa, ou seja, ocasionalmente.
Hoje em dia, temos à disposição uma grande oferta de doces em pastelarias, confeitarias, feitos em casa, ou sobre a forma de produtos processados à venda em locais tão distintos como em bombas de gasolina.  Um grande número de pessoas ingere doces diariamente e por vezes mais que uma vez por dia. Esse consumo regular traz graves consequências, e será tanto maior quanto maior for a frequência do consumo de doces.
No entanto, não é por ingerir de vez em quando um doce, mesmo que possua uma grande quantidade de açúcar, manteiga, natas, chantilly ou outro ingrediente menos saudável, que vá interferir na sua saúde ou na alteração do seu peso corporal. Por outro lado, é possível tornar as suas sobremesas menos processadas e mais interessantes em termos nutricionais.
Se quiser transformar as suas sobremesas em opções mais saudáveis, pode fazer algumas modificações às receitas, no sentido de ficarem nutricionalmente mais equilibradas. Assim pode por exemplo:
- reduzir a quantidade de açúcar;
- optar por um açúcar amarelo ou açúcar mascavado escuro em vez do açúcar branco;
- caso a receita tenha leite condensado optar pela versão magro e reduzir a quantidade de açúcar;
- substituir as natas convencionais por natas magras ou natas de soja;
- substituir um chocolate de leite por um chocolate preto;
- reduzir a quantidade de chocolate em pó introduzido e optar por adicionais farinha de alfarroba;
- escolher sobremesas que mesmo doces possuam fruta na sua composição, como por exemplo uma tarte de maçã.
Convém reforçar que, ao fazer estas modificações com o intuito de tornar uma receita mais saudável, não é suposto ingerir uma maior quantidade, mas sim a mesma quantidade, associado a um estilo de vida saudável. Os benefícios destas substituições prendem-se em não ingerir regularmente produtos nefastos para a saúde e dessa forma potenciar a qualidade de vida.
Nota: Imagem retirada daqui.

Convém perceber a mensagem por detrás de um rótulo de um alimento

Nos workshops de rotulagem alimentar várias questões são abordadas. Entre muitas, esta em particular implica muita atenção. Não pretendo desvalorizar o papel de quem trabalha em marketing, muito pelo contrário - são brilhantes. Contudo, em termos de saúde é preciso ter cuidado com o que é prometido na embalagem.

Como são os seus hábitos alimentares?


É frequente ouvir a expressão "eu faço uma alimentação saudável", "eu sei como devo comer", mas os dados do Instituto Nacional de Estatística mostram que ainda há muito trabalho para ser feito.
Repare que a nossa alimentação deve ser em 47% resultante do consumo de hortícolas, fruta e leguminosas. Contudo, na realidade estes alimentos apenas fazem parte de 27,7% da alimentação diária dos portugueses.
Como "nós somos aquilo que comemos", pequenas modificações da estrutura ideal de alimentação repercutem-se pela vida fora inevitavelmente em complicações de saúde. Com base no consumo diário e nas porções indicadas dos alimentos acima referidos, uma alimentação saudável não fica assim tão dispendiosa, ao contrário do que acontece quando há o aumento do consumo de carne, pescado e ovos para além das necessidades.
Vale a pena reflectir se o seu padrão alimentar se encontra mais aproximado com a Roda dos Alimentos ou com os Hábitos alimentares dos Portugueses (se precisar de ajuda na análise, faça rapidamente o nosso questionário: pratico uma alimentação saudável). Recomendamos ainda uma segunda introspecção, analisando como está em termos de saúde. Se tiver um estilo de vida saudável e for saudável, perfeito! Está a cuidar verdadeiramente de si. Se houver modificações alimentares a serem feitas e/ou problemas de saúde a serem corrigidos/controlados, não deixe para amanhã a mudança do seu estilo de vida. Comece hoje com pequenas mudanças.

Comer fruta é divertido

Esta  é a prova que comer fruta é divertido. 
Basta alguma imaginação e faz as delícias de pequenos e graúdos. 
E estão completamente enganados... não demora quase nada a preparar este snack :)

O papel do marketing no consumo

Com o marketing todos os alimentos parecem inofensivos, saudáveis e interessantes.
Por vezes há que parar, reflectir e analisar se aquele alimento que está à nossa frente é assim tão interessante quanto isso.
Parabéns aos profissionais na área do marketing, pois de facto fazem um excelente trabalho, na área em que estão. Mas o consumidor deve estar mesmo atento! Afinal o que todas marcas querem é o mesmo - vender.
Recomendo que veja 
este vídeo. Clique aqui para poder ver.

Workshop Culinária Saudável


Procure ser uma pessoa saudável! E que tal começar pela comida?
Este workshop irá realizar-se nos dias 27 e 30 de Junho, das 19h00 às 22h/23h no Paço da Formação, em S. João da Madeira.
Podem inscrever-se enviando um e-mail para: geral@pacoforma.com ou telefonando para 256857208 ou 967269111, indicando o nome completo e nº de contacto telefónico.
O valor de inscrição são 30€.
Receberá neste workshop certificado de presença, todos os conteúdos transmitidos e experimentará as propostas de culinária saudável sugeridas.
Duração: 7 horas (3 horas teórica e  4 horas práticas)

Preparação e confecção dos pratos abaixo mencionados.
- Sandae de frutas
- Sumo de ananás, limão e batata doce
- Creme de iogurte e pepino com hortelã
- Salada de duas cores
- Taça de ovos
- Tortilha saudável
Inscreva-se já!

Antes e depois do acompanhamento em consultas Nutri Super Health

Obrigada Sara Silva pela partilha das fotografias antes de iniciar as consultas de nutrição Nutri Super Health e depois de atingir os resultados pretendidos. 
A transformação é soberba e resultado apenas de mudança de hábitos alimentares e prática de exercício físico regular! Conseguiu manter o peso ao longo do tempo; engravidou; voltou ao peso anteriormente atingido e continuar a manter. Ganhou em beleza, como está plena de saúde. Parabéns!
Com este post esperamos mostrar e incentivar todas as pessoas, que consegue-se atingir excelentes resultados e manter os mesmos ao longo do tempo, ganhando saúde!

A beleza e o perigo dos corantes alimentares

Os corantes alimentares naturais ou sintéticos são muito utilizados na produção alimentar, em particular na pastelaria e géneros alimentares destinados a crianças.
Desde gomas, bolos, pastilhas elásticas, refrigerantes, batatas fritas e recheios de bolachas, a utilização dos corantes alimentares é vasta.
Os corantes alimentares podem ter uma origem natural (extraídos de substâncias vegetais, animais ou minerais) ou podem ser de síntese. A origem natural é a opção mais segura, apesar de existirem aditivos de origem natural que não são muito seguros e é muitas vezes a opção mais dispendiosa. Já os corantes sintéticos colocam mais problemas em termos toxicológicos e, consequentemente, de saúde. Atendendo à baixa segurança que os corantes sintéticos oferecem, o seu uso deve ser evitado. Entre os possíveis efeitos secundários, os mais comuns são o seu potencial alergénico, efeito cancerígeno e eventuais alterações de comportamento. Entre os corantes sintéticos que podem oferecer perigos escondidos, deixamos como exemplo o E124 (ponceau 4R ou vermelho-de-cochonilha A) que pode desencadear reacções alérgicas e tem sido suspeito de conter substâncias potencialmente cancerígenas, bem como potenciar efeitos negativos na atenção das crianças. Mas a lista é infindável. Vários corantes já têm efeitos secundários associados documentados, tais como E102 (tartarazina), E110 (amarelo-Sol FCF ou amarelo alaranjado S), E122 (azorubina ou carmosina), E151 (negro brilhante BN ou negro PN).
Com base nos conhecimentos da actualidade, a maioria dos corantes alimentares podem desencadear efeitos adversos para a saúde dos indivíduos. Aconselha-se, sempre que possível, a optar por extractos de fruta ou de vegetais, como forma de decorar os produtos de pastelaria confeccionados em casa, assim como evitar uma ingestão regular de todos os géneros alimentares que tenham na sua composição diversos corantes alimentares. As pessoas alérgicas ou sensíveis devem procurar analisar os rótulos de alimentos aquando a sua compra, para uma melhor escolha, bem como os pais devem ter um cuidado especial com a compra de produtos com diversos corantes para os seus filhos. As crianças, devido ao seu baixo peso são mais susceptíveis de ultrapassar as doses diárias recomendadas de aditivos, podendo ter efeitos mais deletérios.
Se tem dúvidas quanto ao efeito de alguns corantes ou outros aditivos presentes nos géneros alimentares que consome, recomendamos que leia o seguinte artigo e analise no simulador qual o efeito dos aditivos na sua saúde. Esteja atento aos rótulos dos alimentos em particular dos produtos consumidos com maior regularidade e quantidade. Opte também por seguir uma alimentação o mais natural possível.
Nota: imagem retirada daqui.

Microbiota intestinal

No seguimento do que é falado quer nas minhas consultas, quer nas formações que dou, partilho um vídeo que aborda a importância da nossa flora intestinal e o impacto que pode ter para o organismo uma microbiota menos boa.
A nutrição tem capacidade de modular a nossa flora intestinal.

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Dieta alcalina

Em condições ideais, o nosso organismo procura manter constante o valor de pH sanguíneo, à volta dos 7,4. Quando as fontes de acidez no nosso organismo são mais elevadas e constantes do que o desejável, o organismo é impedido de manter o pH num valor saudável. Se a quantidade de ácido produzido no organismo é muito elevada, o organismo tenta compensar, no sentido de voltar ao seu equilíbrio. Uma das formas mais eficientes de procurar o equilíbrio é a de remover cálcio das nossas reservas de tecido ósseo, já que este mineral consegue alcalinizar o sangue.
Vários são os factores que aumentam a produção de ácido pelas nossas células, nomeadamente o envelhecimento, o stress, o tabagismo, a poluição ambiental
e algumas doenças agudas e crónicas. Os nossos hábitos alimentares também tem um contributo enorme. Desde a desidratação, a ingestão de grande quantidade de alimentos acidificantes, tais como o café, o açúcar, a carne, ocorre um agravamento da acidificação do organismo. Quando o organismo está muito ácido, pode ter digestões difíceis, falta de energia, dores articulares, dificuldade em perder peso, baixa capacidade mental, maior dificuldade em adaptar-se ao stress, etc.
A avaliação do pH é uma análise simples, rápida, indolor e eficaz, onde com uma pequena colheita de saliva, com no mínimo 2 horas de jejum consegue avaliar o pH do organismo. Ao fazer esta análise, baseada em evidência científica, consegue-se determinar melhor se o corpo está ácido ou alcalino, permitindo ao nutricionista aferir melhor o plano alimentar indicado para si e controlar melhor a sua saúde. Tudo em prol de promover o equilíbrio ácido-base do organismo, através dos alimentos que ingerimos. O pH avaliado não está relacionado com o facto de um alimento ser ácido ou alcalino quando o ingerimos, mas sim do seu comportamento dentro do organismo. Assim sendo, avalia-se o potencial ácido (PRAL).
A alimentação é uma das formas disponíveis de corrigir o valor de pH, para os valores ideias. Como tal, torna-se necessário elaborar um plano alimentar personalizado que tenha em consideração esta avaliação, bem como outros factores nutricionais, de forma a ir de encontro às necessidades de cada pessoa.

Experimente fazer a sua avaliação de pH. É fácil, rápido e indolor e uma boa contribuição para a obtenção de uma melhor qualidade de vida.